sorrir de tristeza... e adormecer o pensamento, com um trago de néctar alcoólico para depois gritar pelo que é e pelo que não é saber o já sabido para compreender o que nunca soube. puxar pelo símbolo da liberdade e consumi-lo verozmente para que depois, os meus olhos penetrem nos meus próprios olhos e alcançem o ser realista, o além perfeccionista... e finalmente, aperceber-me de mim e do quanto me falta ser...